10 julho 2006

Relato de quem já viveu nossa experiencia

O velho lobo se sente só. Me acostumei com a confusão que se tornou o QG em Bariloche nestes 20 dias em companhia com a família que nos tornamos. Estou novamente em meu lar após a minha eliminação e a do companheiro Recolino. Hoje foi o primeiro dia de trabalho... blahhh! Visitei o blog... buahhhhhh! Nosso regresso na sexta feira foi interessante. Pegamos o "omnibus" rumo a Buenos Aires. Enquanto nos afastávamos, Bariloche exibia suas partes do outro lado do lago. Me senti longe de casa...O dia estava claro e pudemos ver a exuberancia da Patagônia. Na manhâ seguinte no hotel descobrimos que nossas reservas não existiam. Estaríamos nós no olho da rua? Graças à intervençao do bom Deus e da irmã do Reco, não. Já instalados, fizemos a típica visitade turista pela linda cidade portenha. Os prédios monumentais nos remetem a glórias de outros tempos. Fomos almoçar. Pedi lommo (dois pedaços enormes de carne tenra com papas).O Reco pediu raviole (sete pasteizinhos de um centimetro quadrado). Não preciso nem dizer que ele passou fome. Noite. Fomos para Opera Bai, uma mega boite localizada as margensdo porto. Cinco pistas de dança. No domingo fomos para o aeroporto com destino a Brasília. Chegamos com antecedência, por volta das 11:00. O vôo saía às 14:00.Despachamos as malas rapidamente e fomos às compras no freeshopping. Obahh! O Reco olhava de tudo e escolhia de tudo.Enquanto eu pagava meu whisky notei que o embarque já tinha começado. Como não via o Reco, fui para o meu lugar no avião onde não o encontrei. De repente, quem chega puxado pelas orelhas pela comissária de bordo? Nosso grande amigo sem compra alguma.O resto da viagem foi dentro dos conformes e estou aqui, agora,olhando para as moedinhas de peso argentino em minhas mãos.

Abraços do Zagalo jubilado Sylvio.